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Industriais potiguares manifestam preocupação com a crise econômica brasileira

,A crise econômica e a utilização de fontes de energia alternativa, principalmente a solar, foram os temas dominantes na reunião mensal da Diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte realizada nesta sexta-feira, 27, na Casa da Indústria.
O presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales, abriu o evento destacando o relacionamento institucional que vem sendo realizado com governos e órgãos, sempre em defesa da indústria e do desenvolvimento do Estado.
Amaro Sales ressaltou o caráter desbravador do industrial Antônio Jales, da Sterbom. “Quero deixar registrado em ata o trabalho empreendedor, mais recentemente em energias renováveis (solar)”, disse, mostrando interesse em conhecer em breve a iniciativa.
Antônio Jales fez uma pequena explanação sobre a implantação de energia solar em sua indústria. O retorno do investimento deverá ocorrer em seis anos. A empresa que vendeu as placas solares garantiu que as placas tem vida útil de 25 anos. “Para a pequena empresa a melhor alternativa é energia solar, vale a pena”, disse o industrial.

Os industriais se mostraram preocupados com a situação econômica brasileira. O presidente Amaro Sales fez algumas considerações sobre a conjuntura e pediu aos participantes para exporem seus pontos de vista sobre o atual quadro do país. “É necessário caldo de galinha e precaução nesse momento, mas as empresas não podem parar”, disse Amaro Sales.
A Diretoria acatou sugestão do presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Derivados do Estado – SINDLEITE/RN, Dalton Cunha, de fazer um seminário sobre a utilização de energia solar por parte das micro e pequenas indústrias potiguares. Em seguida o diretor Silvio Torquato se dispôs a falar sobre uma recente visita que fez a Itália e repassar informações sobre o que conheceu. A idéia do seminário foi acatada e será realizado pelo SENAI/CTGAS.
O diretor-tesoureiro Roberto Serquiz, fez uma curta explanação sobre a reunião da COEMA/FIERN, realizada na semana passada na Casa da Indústria. Sobretudo sobre a logística reversa. Alertou os participantes de que é vantagem se aderir ao acordo federal, que prevalecerá sobre os que forem feitos em níveis estadual e municipal futuramente.
A reunião contou ainda com uma apresentação sobre a conjuntura econômica internacional e nacional e seus reflexos na economia do Estado, feita pela economista Sandra Barbosa, da Unidade de Economia e Estatística da FIERN; e de uma pesquisa de imagem do Sistema FIERN junto à sociedade, realizada pela empresa CERTA, de Mardônio França, que fez a exposição da pesquisa.
REUNIÃO DAS CASAS DO SISTEMA FIERN

O SESI e SENAI apresentaram números, resultados, perspectivas e seus novos modelos organizacionais. No caso do SENAI, foi criada uma nova área, a Gestão de Desenvolvimento dos Negócios, voltado para gerar negócios. No SESI não ocorreram mudanças significativas nessa área.
“Foram pequenas mudanças, mas vamos continuar mudando”, disse o presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales, que ressaltou a importância de se atuar como sistema. “Temos dificuldades, mas em cima das dificuldades pode-se encontrar soluções”, disse o presidente.
A Diretora do SENAI, Roseanne Albuquerque, fez um balanço sobre a educação profissional e disse que a instituição irá intensificar o investimento em educação a distância. O superintendente do SESI, Juliano Martins, apresentou as ações estratégicas em educação, SST, Ginástica na Empresa e sobre “SESI Corporativo”, novo serviço oferecido pela instituição